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História do Tecido na Decoração
enviado em 6 de agosto de 2010

Os romanos dormiam em lençóis de linho. Na arena, os espectadores abrigavam-se à sombra de imensas cortinas, igualmente de linho. As pinturas de Pompéia revelam que a mobília se compunha de assentos com almofadas e colchas de camas. Quanto aos mosaicos de Ravena, mostram um palácio onde as portas são fechadas com cortinas. Na Idade Média, a decoração ainda possuía características de uma vida nômade. O nome “móvel” já descrevia a dificuldade de mudar de lugar. A mobília seguia o senhor em suas viagens e era tudo o que havia de mais rudimentar : baús, camas desmontáveis e cavaletes.

No chão, colchões eram jogados. Quem estava preocupado com tecidos? Além do mais, apesar de serem facilmente transportáveis, os tecidos poderiam apresentar certa fragilidade. As tapeçarias e tapetes poderiam ser dobrados facilmente e havia necessidade de esquentar-se os cômodos gelados dos castelos. As tapeçarias fechavam as entradas, as janelas e também as aberturas das paredes. Era o nico meio de proteger-se contra as correntes de ar.

Os cruzados trouxeram de suas expedições o luxo oriental e assim existindo fausto, senhores e príncipes, refugiavam-se nos tecidos. O leito ricamente guarnecido era o lugar mais importante do castelo, afinal recebiam-se visitas no quarto. Este leito estufava-se sob o seu céu, entre grossas cortinas. Segundo a etiqueta da época, o correto era colocar-se em nível mais elevado que o restante da assistência. A cama elevava-se com ajuda de um estrado.

Do teto, desciam largas tapeçarias (o baldaquino); a cadeira sobre a qual sentava-se o hóspede, coroava-se de conforto; o tamborete onde ele repousava seus pés, era feito do mesmo rico tecido. Era o ponto culminante da decoração. Quanto às mesas, não mereciam ainda ser mostradas, elas desapareciam sobre pesados tapetes da Turquia ou Pérsia, lisos ou ornados com bordados. Estes tapetes testemunhavam a riqueza de seus proprietários.

Quando o tapete foi colocado sobre o solo, significou o início de uma vida sedentária. Chegando-se a Renascença, no século XV, o tecido passou a ser utilizado de maneira permanente e seu papel era mais preciso: as paredes revestiam-se de tapeçarias fixas, elas não flutuavam mais: de utilitárias passam a ser decorativas. A mobília nesta época ganhava formas mais sofisticadas. Para guarnecer assentos, buscavam-se os tecidos mais luxuosos. O leito era ricamente “encouraçado” com cortinas. De outro lado, o comércio desenvolvia-se entre o Ocidente e o Oriente Médio.

Mais tarde, estendia-se às Ãndias. Graças a Marco Pólo, os “doges” de Veneza foram os primeiros a receber estas riquezas estranhas chegadas em costas de camelo, muito além da China. A Itália soube tirar proveito. Logo, o leque de tecidos disponíveis na Europa cresceu largamente. Adamascados, veludos e brocados: a demanda foi grande para estes tecidos suntuosos. No fim do século XVII, a quantidade de tecidos confeccionados era considerável.

Todos consumiam tecidos: a seda pura, nas casas dos senhores, a misturada, para os interiores mais modestos. Sem falar nos tecidos que acabavam de chegar das Ãndias; linho com quadrados de Madras, algodão estampado de Mazulipatam, percal de Pondichery . O tecido da mobília dependia muitas vezes dos caprichos da moda. Já a favorita de Luis XIV, trocava quatro vezes por ano de mobília, diziam os jornais da época.

Este hábito foi seguido não somente pela corte, mas também nas casas dos burgueses das cidades e nos castelos. Como a noção de conjunto estava definitivamente adotada, cadeiras, estofados, leitos, paredes, biombos e cortinas - simétricos e aos pares - eram todos guarnecidos com o mesmo tecido. Em seguida, segundo as estações do ano, trocava-se o veludo de lã do inverno pelo tafetá no verão.

Os assentos eram quadrados com revestimento removível. Quanto mais a noção de conforto instalava-se, mais o tecido tinha um papel funcional.

No século XVIII, o sofá teve seu apogeu graças à variação de novas formas de assentos e vinha juntar-se às bergéres, cabriolets e as marquesas, criados para proporcionar um maior relaxamento, largamente acolchoados por uma considerável quantidade de almofadas. Eram colocados ao longo da parede e dispostos conforme as conversões. A sala de jantar não existia, colocava-se a mesa onde se estivesse.

Foi quando surgiu o interesse pelos biombos, que davam um pouco mais de intimidade ao ambiente. Enfim, foi indiretamente com Maria Antonieta, então princesa, que o criador do enxoval determinava qual seria o destino de cada tecido, iniciando-se aí a distinção entre os tecidos de vestuário e confecção. Sobre as paredes do salão, o tecido cedeu lugar aos lambris, às madeiras pintadas, mas, o tapeceiro recuperou-se na saleta ou no quarto.

As tapeçarias de parede combinavam com as cortinas. Em telas de algodão (estampadas em Jouy, por exemplo) ou em seda, tafetá, pekin, siamesa … (eram os nomes dos tecidos da época). Porém, esta avalanche de materiais acaba com o tempo, dando lugar ao algodão grosso. A atividade comercial e industrial da França, concentrava-se sobre a guerra e não sobre bugigangas. Foi preciso aguardar o final do Primeiro Império, para com uma nova hierarquia social, o tecido retomar sua importância.

As indústrias de seda podiam alegrar-se das pretensões e da xenofobia de Napoleão, porque se o Imperador, por medida econômica, baniu o emprego de franjas e de “pingentes” (acessórios julgados inúteis), por outro lado, encomendava para seus palácios: o brocado, o damasco … “É como entrar num cômodo antes que o tapeceiro tivesse terminado o trabalho”, nota da época sobre a grotesca mania burguesa de revestir as pernas das cadeiras, estufar janelas com cortinas pesadas, colocar véus sobre as camas. No meio do século XIX, a indústria bateu seu recorde, e com a diminuição dos preços de revenda, é a apoteose do gosto burguês. Jamais o papel do tapeceiro (que começa a chamar-se decorador) teve tanta importância como no segundo Império. Cobriu-se a mobília.

Lareiras, rampas de escada, espelhos, pianos e cavaletes, veste-se tudo. Como respirar? Nenhum período conheceu esta superabundância de assentos: o conforto da namoradeira, o confidente com três lugares, o sofá para fumar, o puff que ocupava o meio da sala. A época tinha horror ao vazio. Os tecidos eram pesados (veludos grossos e gorgurão) e os coloridos eram cansativos. A corte não dava mais o tom. A criação tornou-se inexistente. Tinha-se nostalgia do passado. O que se encontrava nas casas dos ricos financistas do século XIX? Uma doce mistura da Renascença e de século XVIII, que chamou-se estilo Rothschild.

A originalidade e as idéias pareciam esgotadas. Até que surgem com o movimento ART NOUVEAU OU “MODERN STYLE”, em 1895. Podemos citar também o ART DECO, que deu grande impulso principalmente ao papel de parede com desenhos de linhas mais retas, geométricas e com cores fortes; surgiu no período entre guerras (1918-39), coexistiu com a “Era da máquina” e como consequência a BAUHAUS, escola de arte na Alemanha, de onde surgiram os grandes arquitetos e designers da era moderna (LE CORBUSIER, F. L. WRIGT, MIERS VAM DER HOE, etc ).

Com a grande industrialização do pós-guerra, todos começaram a ter acesso ao tecido para decoração. Hoje em dia não se pensa numa sala sem se imaginar ao menos um móvel estofado.

O A-B-C da moda
enviado em 29 de julho de 2010

A

Acrílico: fibra sintética leve, macia e quente para o inverno ou fria, macia e semelhante ao algodão para o verão.

Algodão/Cotton: uma das principais fibras têxteis, comercializada em escala mundial.

Alta Costura: Coleções de moda destinadas roupas de alto luxo, feitas com exclusividade. Os tecidos e os vestidos são sempre realizados pelos estilistas mais prestigiados do mundo, personagens de um circuito fechado e elitista.

B

Barroco: Com a crise da sociedade renascentista (pós-Idade Média), na qual a arte era, basicamente, o centro de tudo, o Barroco surge procurando solucionar os novos dilemas do homem através da volta a uma intensa religiosidade medieval e da eliminação dos conceitos renascentistas de vida e arte. No Barroco, a arte eclesiástica deseja propagar a fé católica. Para isso, inúmeras igrejas, capelas, e estátuas de santos são construídas. A arte sacra fala aos fiéis com eficácia, mas evita aproximações, conferindo um caráter solene à obras. Na moda, o Barroco é seguidamente retomado por meio de peças que lembram o clima eclesiástico e o estilo medieval (tons pastéis, tecidos rústicos, mantôs, capuzes, capas, casacões, batas pesadas, especialmente no inverno).

Básico: a palavra diz tudo. Estilo descompromissado de vestir, que abusa de roupas simples e de cores neutras ou primárias.

Beatniks, ou Geração Beat: Movimento literário surgido nos anos 50 na Califórnia, nos Estados Unidos, que rompia com a literatura estabelecida em nome de uma narrativa mais ágil e coloquial, que refletia a vida de jovens de espírito aventureiro e rebelde. Procure pelos magníficos escritores Jack Kerouac (Pé na Estrada, On the Road, talvez o título mais marcante), Allen Ginsberg e Willian Burroughs. Na moda: rebeldia, jeans, camiseta e botas ou tênis, tudo muito básico, que é pra pegar a estrada e viver a vida!

BodyBody suit: roupa colante, ajustada ao corpo, ressaltando os contornos.

Bottom: parte inferior dos corpos e roupas. Saias, calças, bermudas, shorts…

Brocado: tecido jacquard com desenhos em relevo realçados por fios nobres, como de ouro ou de prata. A palavra tem origem na francesa “broucart”, que significa ornamentar.

Bustier: que cobre o busto. Pode ser curto como um sutiã ou comprido como espartilho.

C

Canelado: possibilita ajuste perfeito ao corpo com liberdade de movimentos. Tecido que combina elasticidade e alongamento, tipo stretch. A textura imita um listrado vertical ou horizontal em alto relevo.
Cânhamo: o tecido de cânhamo é feito a partir da planta Cannabis sativa, a popular maconha. O caule possui fibras industrialmente importantes, conhecidas como cânhamo. É uma fibra mais rígida que o linho, gerando um tecido própio para bolsas, mochilas, tênis, cortinas, cordas, redes de pesca e lonas.

Cardado, fio: o fio cardado é mais rústico, pois não passa pela penteadeira e tem fibras curtas, o que facilita a formação de bolinhas e defeitos na regularidade do fio.

Cardigan: casaco ou suéter tricotado, geralmente de lã, sem gola, com ou sem mangas.

Cargo: modelos baseados em uniformes militares ou de serviço. Cheios de bolsos e com algumas amarrações ou zíperes, são muito úteis para serviços ou esportes radicais. Modelagem ampla, confortável e casual.

Casimira: tecido encorpado de lã.

Casting: é o doloroso processo de seleção de modelos. Espécie de “paredão” no qual, muitas vezes, a fita métrica é o carrasco. Se está fora do padrão (de cintura, quadril, busto…), a modelo é descartada sem dó nem piedade. No final, resta o conjunto de modelos escolhidas para fazer um desfile, campanha publicitária ou ensaio de moda para revistas, jornais ou sites especiaizados.

Casual: esportivo, básico, descompromissado, descontraído, ocasional.

Catwalk: é o caminhar da(o) modelo na passarela.

Chamoix: tecido de matéria-prima, mas principalmente de algodão, com acabamento tipo flanelagem que confere um aspecto de veludo ou pele de camurça à pela.

Changeant: tecido que muda de cor, semelhante ao Furta-Cor.

Chiffon: origina-se na palavra francesa que significa trapo. Tecido muito fino e transparente de seda ou de fibras químicas (poliéster ou poliamida), com fios. A palavra chiffon utilizada com o nome de outros tecidos denota leveza: crepe chiffon, tafetá chiffon, veludo chiffon… Cós: tira de pano para arrematar calças e as saias no local da cintura.

Cotelê: listas em relevo e rasas, que se alternam.

Crepe: Tecido granulado com toque áspero (crepe em francês significa crespo).

Cristal Swarovski: cristais austríacos lapidados um a um. A indústria produz em média de 3 milhões de cristais por dia para alimentar o mercado mundial.

Cru: nome dado a tecidos, geralmente de algodão, com aspecto rústico.

Fonte: Terra

Tecido Jacquard é destaque do quarto dia da SPFW
enviado em 1 de julho de 2010

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Moda verão inspirada em carros de corrida e o retorno de tops veteranas, como Eva Herzigova e Shirley Mallmann, marcaram o quarto dia da 29ª São Paulo Fashion Week nesse sábado, dia 12.

Reinaldo Lourenço exibiu figurinos em alta costura e esporte que remetem ao universo dos carros de corrida dos anos 60. Em suas criações, abusou dos modelos em silhueta seca e contrastes de tecido liso com um jacquard, lembrando marcas de pneu.

Para o desfile da Banho Couture, Adriana Degreas convocou as veteranas Eva Herzigova e Shirley Mallman, que mostraram plena forma na passarela. A stylist apostou na beachwear chique, repleta de maiôs retrôs e sutiãs de bojo, saídos diretamente das festas na piscina, célebres nos anos 70 e 80.

Famosa por seus desfiles inovadores, com vários efeitos especiais, a Animale trouxe vestidos curtos e esportivos, ricos em misturas, rendas e alumínio. A top Raquel Zimmermann foi o destaque na passarela da grife.

 O desfile do experimental Jefferson Kulig teve inspiração no filme “Transformersâ€, com looks em bastante preto e branco e diversas misturas em tressé. Também fez referência à bandeira do Brasil e à Copa do Mundo.

A noite foi encerrada com a moda de Lino Villaventura. O desfile investiu em looks coloridos que contrastaram com a passarela listrada em preto e branco. Entre os destaques, microvestidos brilhantes de cintura marcada e saia rodada e leggings de mil tons vazados na perna.

Fotos: Tricia Vieira / Fonte: Band

As vestes litúrgicas nos dias de hoje
enviado em 23 de junho de 2010

Na época de crise em que vivemos, onde vemos os ministros da Igreja abandonarem as vestes sagradas para copiar os protestantes e até mesmo certos pagãos, na celebração do culto divino, é de muita utilidade compreender a origem e o significado das vestes sacerdotais. Aliás, não somente na celebração litúrgica, mas também na vida privada, os padres modernos resolveram abandonar a batina, com grande prejuízo para eles próprios, para os fiéis e para a Igreja.

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Quando houve o concílio Vaticano lI, com a liberação de não usar mais a batina, eles diziam que era para estar mais próximo do povo. Hoje, já não nos enganam: sabemos que para o padre estar bem próximo do povo, como dizem, é preciso que ele se destaque da multidão, que de longe, todos saibam que é um padre, que possam chamá-lo, pedir um conselho, uma bênção, uma extrêma-unção para um acidentado, etc. Para isso, é preciso que a roupa do padre mostre claramente que se trata de um ministro de Deus. Sabemos também que a única utilidade para os padres progressistas de abandonarem o uso da batina, é que ficam mais livres para levar uma vida mundana, já que as pessoas em volta não sabem que se trata de um sacerdote.

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Na celebração litúrgica, também ocorreu um grande abandono. Os padres deixaram de lado toda a riqueza e a beleza dos paramentos antigos, tão nobres, dignos da celebração do augusto Mistério da Missa, e passaram a celebrar vestidos com uma túnica branca e uma estola, apenas. Sem casula, sem manípulo, sem véu do cálice etc. Tudo aquilo que manifestava o sagrado foi jogado fora. Queriam copiar os protestantes.

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Voltemos então nossa atenção para as vestes que os padres, bispos e papas sempre usaram para celebrar a Santa Missa e os demais sacramentos. Conhecê-los é conhecer a Igreja, sua vida, sua história.

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Quando o padre vai celebrar a Missa, ele veste uma série de peças que constituem os paramentos sacerdotais. Enquanto o padre se paramenta, na sacristia, ele reza uma oração especial para cada paramento. Esta oração ajuda o padre a se concentrar na celebração solene que está prestes a começar. Cada oração indica o simbolismo das vestes por ele utilizadas.

fonte: catolica

O tecido certo para seu vestido
enviado em 16 de junho de 2010

TULE - feito com uma fina malha hexagonal, o tule pode ser de seda ou sintético. Em geral, é utilizado por quem quer um modelo com volume na saia, que poderá ser franzida, evasê, godê, rodada ou com aplicação de tufinhos no tecido. Quando a saia é volumosa, o corpo precisa ser justo e dar equilíbrio. Um vestido nunca é feito apenas de tule. Normalmente é combinado com outro material para dar forma ao corpo do vestido ou tirar a transparência.

ZIBELINA - nobre e com brilho discreto, a zibelina tem seda em sua composição e é quase sinonimo de um vestido de noiva elegante. Como é um tecido mais encorpado, fica perfeito em modelos mais estruturados e ajustado ao corpo, além de permitir vários cortes: reto, evasê, sereia, rodado. O caimento é perfeito pois contorna o corpo sem marcar. Pode ser rebordado, mas fica muito bem sozinho já que tem a quantidade de brilho ideal.

TAFETà - fino e resistente, este tecido empresta certo volume à roupa. Pode ser feito de seda natural ou artificial. Sua trama tem um brilho iridescente. O aspecto é meio amassado, por isso é ótimo para quem gosta de uma saia farta. É um dos tecidos mais antigos conhecidos pelo homen.

RENDA - Cheia de orifícios e desenhada, a renda pode ser feita de algodão ou de seda. A de algodão é mais encorpada por isso mais ideal para os modelos mais rentes ao corpo por não ficarem muito volumosos. Ao optar pela renada, será preciso escolher um forro sem textura de forma a ressaltar o trabalho de seu desenho. Ou use apenas a renda para dar tranparência ao colo e aos braços. Se quiser um modelo mais rico, basta rebordar o tecido.

CETIM - Com brilho e luxuoso. O cetim veio da China e inicialmente feito de seda mas com o tempo foram adicionadas fibras sintéticas. Prefira as com maior quantidade de seda para melhor caimento. Ideal para modelos levemente ajustados ao corpo pois justo demais ele marca e corre o risco de rasgar.

MUSSELIN- Originário da Turquia, é fino e leve - produzido com fio de seda. Como tem uma textura bem delicada e certa transparência, requer forro de tecidos opacos ou duas camadas de tecido. Ideal para noivas que não gostem de volume. Contorna o corpo sem ser justo.

Fonte : icasei

Bem vestida no altar
enviado em 26 de maio de 2010

Tecidos nobres como:

* shantung,

* ziberline

* ou musseline são sempre maravilhosos para esse horário. Você estará bem vestida sem se preocupar com brilho. Escolha um corte elegante e coloque acessórios que valorizem a roupa. Em relação ao brilho, tenha cuidado com os exageros porque você pode perder a elegância. Se você quiser ir com um vestido mais curto (chanel ou abaixo do joelho), não tem nenhum problema, apenas escolha um modelo a altura da cerimônia.

Dicas: Noivinha feliz

Sobrepeliz
enviado em 10 de maio de 2010

Veste lutúrgica refere-se a todas as roupas prescritas, obrigatórias ou facultativas, para a celebração de qualquer liturgia. Roupagem cerimonial sagrada.

No caso da Liturgia Romana temos a  sobrepeliz (do latim: superpelliceum) é uma veste litúrgica que faz parte das vestes corais. É usada por todos os clérigos e seminaristas por cima da batina sobretudo quando assistem ao coro para o ofício divino, mas também para as outras celebrações litúrgicas, quando não tomem parte nelas como celebrante ou concelebrante ou como diácono ministrante ao altar.

É uma espécie de alva encurtada e com as mangas largas, sempre de cor branca e normalmente de linho, algumas têm também rendas ou bordados a guarnecer.

Fonte: wikipédia

A Prática e o Simbólico na litúrgia
enviado em 6 de maio de 2010

É preciso sempre distinguir, no objeto litúrgico, no seu uso, dois aspectos: um prático e o outro simbólico. O primeiro se ordena à ação material que ele deve pôr em prática, o segundo nasce do significado da própria ação. Um objeto adquire sua eloqüência e valor artístico pela autenticidade e preciosidade do material empregado, pela coerência com a função prática, pela logicidade e conveniência das dimensões em relação ao ambiente. Continue Lendo »

Aprofundamento sobre a liturgia católica
enviado em 29 de abril de 2010

Segundo a doutrina da Igreja Católica, a liturgia é a celebração do “Mistério de Cristo e em particular do seu Mistério Pascal”, sendo por isso “o cume para onde tendem todas as ações da Igreja e, simultaneamente, a fonte donde provém toda a sua força vital”.

Através deste serviço de culto cristão, “Cristo continua na sua Igreja, com ela e por meio dela, a obra da nossa redenção”. Mais concretamente, na liturgia, mediante “o exercício do sacerdócio de Cristo”, “o culto público devido a Deus” é exercido pela Igreja, o Corpo místico de Cristo; e “a santificação dos homens é significada e realizada mediante” os sete sacramentos.

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Objetos litúrgicos
enviado em 22 de abril de 2010

Altar: Mesa onde se realiza a ceia Eucarística; ela representa o próprio Jesus na Liturgia.

Cálice: Taça onde se coloca o vinho que vai ser consagrado.

Patena: Prato onde é colocada a Hóstia Grande que será consagrada e apresentada aos fiéis. Acompanha o estilo do cálice, pois é complemento.

Corporal: Pano quadrangular de linho com uma cruz no centro; sobre ele é colocado o cálice, a patena e a âmbula para a consagração. Continue Lendo »